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Autodesk ® anuncia vencedores da Innovative Design Challenge Automotive na inaugural Shell Eco-marathon Ásia

Autodesk ® anuncia vencedores da Innovative Design Challenge Automotive na inaugural Shell Eco-marathon Ásia

Equipes de estudantes da Ásia,  reconhecidos para conceitos inovadores de design de automóveis urbanos criados com o software Autodesk

KUALA LUMPUR, Malásia, 10 de julho de 2010 – A Autodesk, Inc. – abre em nova janela (NASDAQ: ADSK), patrocinadora oficial da inaugural Shell Eco-marathon Ásia, anunciou hoje os vencedores da Innovative Autodesk Car Design Challenge 2010, o Marque Sepang International Circuit.

Aproveitando Autodesk 2D líder e 3D – abre em uma nova janela, engenharia e software de entretenimento, a equipe da Universidade Nacional de Singapura (NUS) surgiu campeã entre um grupo altamente competitivo de equipes de estudantes da China, Índia, Indonésia, Malásia, Paquistão, Singapura e Tailândia.

Design Vencedor – KRUCE2 das NUS Equipe de Conceito Urbano (Universidade Nacional da Singapura, Singapura)

“A qualidade das submissões que recebemos para a Innovative Autodesk Design Car Challenge é uma prova do potencial da nova geração de designers na Ásia”, disse Tom Joseph, diretor de Programas de Educação, Autodesk Ásia-Pacífico. “Com acesso a 2D e 3D software design, programas inovadores, os recursos e o currículo da Autodesk, que podemos realmente inspirar os alunos a ter um impacto profundo no mundo através da inovação, criatividade e design sustentável.” 
 

Contact:
Jenny Wah, Autodesk
Email:Jenny.Wah@autodesk.com

Cindy Lim, Edelman
Email:cindy.lim@edelman.com
Fonte: http://www.shell.com/home/content/ecomarathon/asia/media_centre/news_and_media_releases/2010/autodesk_innovative_car_design_challenge_winners_10072010.html
Traduzido Alexandre Vieira

Novo Treinamento – Autodesk Navisworks 2010 Compatibilização de Projetos

Estamos sempre trabalhando para disponibilizar capacitação na ferramentas de vanguarda que a Autodesk disponibiliza para nossos clientes. Neste sentido é com satisfação que iniciamos a divulgação do treinamento do Navisworks 2010 – Compatibilização de Projetos. Ferramenta voltada para o mercado AEC(Arquitetura, Engenharia e Construção), Instalações Fabris, Manufatura e Indústria Naval.

Estamos aplicando o Navisworks no projeto da primeira fabrica de semicondutores da America Latina.

Autodesk Navisworks 2010 Compatibilização de Projetos – Carga Horária: 16 horas

Descrição
As soluções do software Autodesk® Navisworks® permitem que projetistas, engenheiros e profissionais da construção reúnam suas contribuições em um único modelo de construção ou instalações de fabricação. Os membros da equipe combinam e compartilham com segurança modelos de projeto 3D de qualquer tamanho ou formato para revisão.

Objetivo:
O treinamento de NavisWorks é destinado a todos os profissionais que necessitam fazer compatiblizações entre diversas disciplinas de projetos, controlar fazes de execução, gerar apresentações 3D.

Conteúdo Programático:
Diferenças entre o Navisworks Manage, Simulate e Freedom
Interface
Tipos de arquivos
Configuração de unidades
Espaços de projetos.
Combinar e gerenciar seus projetos
Navegação eficaz
Criar grupos inteligentes de objetos
Utilizando pontos de visão salvos
Inserir anotações
Verificar medidas
Criando animações
Imagens renderizadas
Criar listas verificação/defeitos
Mesclar ou gerenciar seus projetos
Detecção de interferência
Simulação de construção 4D e Integração MS-Project
Animação de objeto
Interação com a animação

Para maiores informações acesse nosso portal de treinamentos:

http://www.cads.com.br/cads/site/Principal/ShowInfoCurso.asp?var_chavereg=659

Construção ecológica é viável e lucrativa

O engenheiro civil Luiz Fernando Lucho do Valle é um inovador, particularmente ao ligar o meio ambiente, a construção civil e o mercado imobiliário. E ao provar que esta combinação é viável em termos econômicos, lucrativa e geradora de diferenciais de venda. Com 29 anos de experiência profissional na construção civil nas áreas de incorporação, comercial, gestão e marketing, Valle é um dos pioneiros ao inserir o conceito de sustentabilidade na engenharia civil residencial e estabelecer um novo paradigma no mercado com sua empresa, a Ecoesfera.

 A Ecoesfera Empreendimentos Sustentáveis nasceu em 2004 e foi responsável pelo desenvolvimento do conceito de habitação Ecolife, com 16 diferenciais ecológicos que vão desde o processo construtivo à vida útil do empreendimento. Atualmente, dois projetos lançados pela companhia estão pré-certificados com o selo “Green Building”, que se baseia na sustentabilidade e qualidade de vida.
Pelos cálculos do empreendedor, cerca de 40% de seus clientes procuram residências que tenham o apelo do ambientalmente correto. A Ecoesfera já lançou, em apenas cinco anos de vida, 22 empreendimentos, totalizando 2.600 unidades de apartamentos nas cidades de São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro e Porto Alegre.
Valle faz questão de afirmar que sua empresa nasceu com o DNA da ecologia. Por isso, os empreendimentos da Ecoesfera possuem características sustentáveis para proporcionar conforto, lazer e economia, além de priorizar o consumo inteligente de recursos naturais como água, energia e gás, desde a concepção até a construção de seus imóveis.

 A Ecoesfera tem um portfólio de produtos que atende todas as faixas de renda do seu segmento alvo, a classe média, como os selos EcoOne , EcoWay e Ecolife. Em todos eles são encontrados os itens de ecoeficiência adotados pelo grupo para proporcionar melhor uso dos recursos naturais durante a vida útil do residencial.

 Entre eles estão: coleta de lixo seletiva, coleta de óleo de cozinha, sensores de presença na utilização da luz artificial, captação de água pluvial para irrigação das áreas verdes, captação e tratamento de água proveniente de pias e chuveiros para reutilização somente nos vasos sanitários, aquecimento de chuveiros a gás, medidores de consumo individuais de gás e de água, placas de captação de energia solar para iluminação das áreas comuns e pré-aquecimento da água. Dessa maneira, os moradores podem ter uma taxa de condomínio cerca de 30% menor que os valores pagos em edifícios convencionais.

 Além da preservação e da consequente economia, a Ecoesfera segue uma tendência mundial de valorização dos prédios verdes. Na Europa, por exemplo, a preocupação com o tema valoriza um imóvel considerado sustentável em torno de 20% no ato da revenda.

 “Acredito que até 2015 esse fenômeno ocorrerá também no Brasil, já que muitos de nossos clientes manifestam como motivo principal da compra do apartamento os benefícios que os itens ecoeficientes agregaram economia e contribuem com o meio ambiente. Isso significa que as pessoas já estão considerando estes diferenciais como razão para a valorização do imóvel”, afirmou Valle.

 Gazeta Mercantil – Em que momento profissional e pessoal a questão ambiental se fez presente?
Desde criança, a questão ambiental sempre esteve presente na minha família. Por necessidades financeiras, o meu pai sempre nos ensinou a apagar a luz após sair de um ambiente, não demorar no banho, coisas que pareciam insignificantes e que mais tarde seriam tão importantes na minha vida pessoal e profissional.

 Gazeta Mercantil – Houve algum processo ou ação que lhe deu um “insight” sobre a necessidade de levar o discurso ambiental para a prática?
Não houve um fato isolado que promovesse essa mudança, mas uma sucessão de fatos. Eu estava prestes a completar 50 anos e, graças a Deus, estava com uma carreira consolidada, constituí uma bela família, mas ainda faltava algo que contribuísse para o bem comum. Lembrei-me do meu pai quando estava prestes a morrer e nós tivemos uma conversa de pai para filho que me marcou muito. Ele disse para eu nunca me esquecer de que todos têm uma missão, que não podemos passar pela vida sem contribuir para uma causa maior. Passei a reavaliar minha vida até aquele momento como empresário, como pai, como marido. No dia 31 de dezembro de 2003, eu estava sentado numa pedra à beira-mar na praia de Guarapari, no Espírito Santo, pensando como poderia contribuir para um mundo melhor. “Será que dá para mudar o mundo?” Voltei à minha rotina decidido a mudar. Saí da empresa em que na ocasião ocupava um cargo de diretoria para dar início a um novo projeto de vida. Tranquei-me em casa durante 90 dias e me abasteci de todo material que podia sobre sustentabilidade. Busquei referências fora do País e usei a técnica da visualização criativa, aquela em que você mentaliza seus desejos para que eles se concretizem no futuro. Estabeleci que usaria meu conhecimento para ajudar a construir um mundo melhor. Nesse processo elaborei um plano de negócios com um foco na construção habitacional ecológica. No segundo semestre de 2004, vendi o apartamento que morava e coloquei os dois carros da família como garantia para constituir a Ecoesfera Empreendimentos Sustentáveis.

 Gazeta Mercantil – A construção civil é apontada como geradora de interferências microclimáticas em áreas urbanas. Você acredita que a consciência do bem-estar ambiental já chegou aos empresários do setor ou é algo raro no meio?
Não é raridade. Porém, há poucos empresários no setor da construção civil que colocam na prática a questão ambiental. Sou um otimista e acredito que esse movimento irá crescer, até porque o consumidor hoje está mais atento e mais exigente quando o assunto é o futuro da família. Principalmente as mulheres, que se preocupam bastante com o mundo que irão deixar para os filhos. O brasileiro também está mais sensível às questões ambientais. Uma pesquisa realizada pelo IBGE em julho de 2007 demonstrou que 53% dos consumidores deixariam de comprar sua marca preferida se soubessem que o fabricante faz algo prejudicial à sociedade ou ao meio ambiente. Tal mudança cultural reflete automaticamente na economia de um país. Isso implica não só na escolha da casa, mas em tudo que consumimos, o que é ótimo do ponto de vista ambiental, pois estimulará empresas a reverem seus conceitos e criarem produtos que não agridam o meio ambiente.

 Gazeta Mercantil – O caso do telhado ecológico é singular. Há algo parecido nos países emergentes da Ásia, por causa da falta de espaço agricultável. Como surgiu essa idéia para São Paulo?
Como comentei, fiquei mergulhado em pesquisas e referências de outros países, e me deparei com um bairro residencial no sul de Londres, o BedZED, ou Beddington Zero Energy Development (Empreendimento de Energia Zero), que é o modelo líder em sustentabilidade urbana e minha grande inspiração – e que tinha esses telhados. Procurei empresas no Brasil que produzissem esse tipo de telhado e por sorte encontrei outro empresário do Sul engajado como eu. Implantar esse tipo de telhado em São Paulo faz todo sentindo, pois contribui com a qualidade do ar e aumenta o verde nas grandes metrópoles. As plantas do telhado ecológico removem as partículas do ar, produzem oxigênio e oferecem sombra. Elas usam energia calorífica durante a evapotranspiração, um processo natural que resfria o ar à medida que a água evapora das folhas da planta. A evapotranspiração e a sombra produzidas pelas plantas ajudam a eliminar o efeito da ilha de calor urbana criado pelo excesso de prédios e asfalto. Como as ilhas de calor urbanas elevam a temperatura de 6°C a 8°C em áreas urbanas e suburbanas, elas acabam aumentando a demanda por aparelhos de ar-condicionado e iniciam um ciclo de consumo de energia que contribui para o aquecimento global. Se utilizados em larga escala, os telhados ecológicos podem diminuir até 4°C, reduzindo os efeitos incômodos das ilhas de calor e contribuindo com a saúde de quem vive nas grandes cidades.

 Gazeta Mercantil – Como foi o primeiro impacto de seus clientes quanto a essa proposta? Pelo visto, há um conservadorismo ainda muito grande na hora de escolher a moradia.
O impacto foi positivo. Após alguns lançamentos, realizamos uma pesquisa interna para saber qual o motivo que levou um determinado cliente a optar por nosso projeto, pois na escolha de um apartamento é unânime quais são os fatores de decisão de compra: localização, produto e preço. O que me surpreendeu é que entre esses três fatores implantamos mais um, que é a sustentabilidade, já que 44% dos nosso compradores escolheram nosso projeto pelo fato de agregar itens que geram economia de até 30% na taxa de condomínio e contribuem com o meio ambiente.

 Gazeta Mercantil – A empresa tem uma parceria com a U.S. Green Building, uma organização sem fins lucrativos, reconhecida mundialmente, responsável pela certificação de edificações ambientalmente sustentáveis. Como isto se deu e como tem caminhado essa aproximação?
Essa parceria surgiu por meio do engenheiro Newton Figueiredo, da Sustentax, empresa pioneira na América do Sul na certificação de “Green Buildings” pelo critério LEED – Leadership in Energy and Environmental Design, emitido pela ONG Green Building Council. Ela já concedeu as pré-certificações dos projetos Ecolife Independência (SP) e Ecolife Freguesia (RJ). Essas certificações avaliam, entre outros critérios, o uso racional da água e economia da energia. Implantamos itens ecoeficientes que geram tanto a economia dos recursos naturais como proporcionam a diminuição de até 30% da taxa do condomínio.

 Gazeta Mercantil – Como é encarada pelo setor da construção civil uma empresa como a Ecoesfera ? Vocês enfrentaram críticas da concorrência?
O setor da construção civil é muito competitivo e resistente à inovação. Iniciativas como da Ecoesfera são positivas para movimentar o mercado, mas em nosso setor, como em outros, as novas práticas passam a ser copiadas. Eu acho ótimo ser copiado, isso reforça que estou no caminho certo, que há coerência no meu discurso e que outros empresários também desejam mudar o mundo. Na Ecoesfera, sustentabilidade não é assessório, faz parte do nosso dia-a-dia; não envolve apenas os projetos, mas a vida de todos os nossos colaboradores.

 Gazeta Mercantil – A grande questão é: quais são as diferenças entre a edificação convencional e o processo adotado pela Ecoesfera?
A Ecoesfera é uma construtora que nasceu do processo que comentei anteriormente, fazer nossa parte para um mundo melhor dentro da nossa área de atuação. Construímos edifícios com consciência e responsabilidade, do início ao fim do empreendimento. Por exemplo, compramos terrenos em regiões que atraem compradores e têm alta valorização. Selecionamos terrenos em que não precisamos interferir muito, que dispensam terraplanagem demais, alteração da topografia, mudança das árvores e vegetação originais. Isso economiza custos e economiza o meio ambiente. Também recuperamos terrenos ambientalmente degradados. Buscamos sempre a gestão mais sustentável dos nossos projetos, equilibrando o valor econômico com o valor social e o valor ambiental. Oferecemos programas de gestão do condomínio no dia-a-dia, para criar uma cultura coletiva de uso consciente e de sustentabilidade por meio de programas educativos para práticas sustentáveis na vida das famílias. Acompanhamos e nos corresponsabilizamos pelo funcionamento do edifício.

 Gazeta Mercantil – O custo de um prédio com conceitos de sustentabilidade é maior que um convencional? Qual o percentual e como isto é repassado ao consumidor final?
A construção de um empreendimento sustentável em geral é até 15% mais cara que a convencional. Nos projetos da Ecoesfera consegui reduzir esse custo para 3% por meio do conceito de padronização e economia de escala criado pelo Henry Ford, fundador da Ford Motor Company, outra grande inspiração. Isso reforça a questão de rever processos: o meu benchmarking não é o setor da construção, e sim o automobilístico. Construindo no mesmo padrão, é possível comprar materiais do mesmo modelo em grandes quantidades – e ganhar no preço.

Fonte: Gazeta Mercantil – Júlio Ottoboni – Janeiro 2009

Direct Manipulation no Autodesk Inventor 2011

Como já era esperado a Autodesk incluiu algumas funcionalidades do Inventor Fusion na  versão 2011 do Inventor, o nome atribuído ao conjunto de ferramentas que permitem a modelagem e/ou edição no sketch ou sólido foi Direct Manipulation.

 

Nesta seção vamos falar das principais recursos e como aproveitar as principais funcionalidades e transformar em produtividade em nosso projeto.

Definição - Direct Manipulation é uma nova interface que permite ao usuário interagir e modificar um modelo, enquanto visualiza as alterações em tempo real. A interação resultante é dinâmico, visual e previsível. O usuário se concentra na geometria de uma exibição em tela, em vez de interagir com os elementos da interface do usuário, como o browser e uma caixa de diálogo. 

A apresentação no Canvas – A exibição em tela é uma interface de usuário que está sobreposta sobre a janela de gráficos para suportar as operações de manipulação direta. Ele geralmente contém um mini-barra de ferramentas com opções de comando, manipuladores, uma caixa de entrada, o valor e as marcas de seleção. A mini-barra de ferramentas permite interação direta e previsível com o modelo 3D. Botões OK e Cancelar estão localizados na parte inferior da tela em tela, para confirmar ou cancelar uma operação.

Os manipuladores são objetos interativos que permitem ao usuário facilmente manipular objetos para modelagem e várias tarefas de edição.

Alguns exemplos incluem:

- Uma seta de rotação dinamicamente perfis 2D giram em torno de um eixo único, ou para rodar um plano de trabalho em torno de uma aresta.

- Uma seta distância dinamicamente arrastar a distância de extrusão de um ou mais perfis 2D, ou arraste a distância de um plano offset trabalho paralelo.

- Uma esfera para localizar o centro de um buraco, ou para ajustar o ângulo de inclinação de uma extrusão.

Mini-toolbars – As mini-barras de botões na tela, que fornecem acesso rápido aos comandos usados com freqüência e as opções de comando. Eles estão localizados nas proximidades de um objeto selecionado na janela de gráficos. flyouts Button mostrar as opções de comando quando necessário.

Quando uma aresta é selecionado, exibe a mini-barra de botões de comando Fillet e Chamfer. Um botão Cancel também é exibido.

Quando uma face é selecionada, a mini-barra de ferramentas exibe botões de comando para executar Edit Feature, Edit Sketch ou operações Criar Sketch. Um botão Cancel também é exibido.

Quando um sketch é selecionado, exibe a mini-barra de ferramentas Extrude, Revolve, Hole, e botões de comando Edit Sketch. Um botão Cancel também é exibido.

Estudo de Iluminação no Revit

Neste artigo vou abordar os recursos necessários para compor um estudo de Iluminação.

 No Revit, você pode criar estudos solares de um projeto, para avaliar o impacto da luz natural e sombras nos edifícios no terreno. Os estudos solares externos podem mostrar como as sombras do terreno e edifícios circunvizinhos afetam o terreno. Os estudos solares podem mostrar onde a luz natural penetra em uma construção durante horas específicas do dia e ano. Os estudos solares produzem valiosas informações que podem ajudar a suportar o desenho solar passivo eficaz.

Estudo de iluminação de ambientes com Revit 2010

Barco movido a energia solar tem cerimônia de lançamento

A Autodesk foi umas das fornecedoras oficiais neste empreendimento vanguardista, enquadrado na filosofia de Design Sustentável. Dentro do conceito de Digital Prototyping foram utilizadas as seguintes ferramentas: Autodesk Inventor, Autodesk Alias, AutoCAD Electrical, Autodesk Productstream.

O “PlanetSolar”, maior barco do mundo movido a energia solar, teve cerimônia de lançamento no estaleiro da HDW em Kiel, na Alemanha, nesta quarta-feira.

Com 30 m de comprimento e 15 m de largura, ele é equipado com cerca de 500 m² de paineis solares fotovoltaicos. O projeto foi uma ideia de Raphael Domjan, aventureiro suíço, e Gérard d’Aboville, o marinheiro francês que foi o primeiro homem a cruzar o Atlântico em um bote a remo, em 1980.

A viagem de volta ao mundo do maior barco com tecnologia solar deverá ter início no final do primeiro semestre de 2011, com partida prevista do porto de Marselha, na França.

fonte: www.planetsolar.org

Pele de vidro em um estudo de Massa

Um dos grandes ganhos e recursos do Revit 2010 foram as ferramentas que proporcionam um modelamento muito bom sobre estudos de massas, desta forma, tornou-se possível criar formas arquitetônicas com mais design e inovação.

Nesta etapa vamos criar uma pele de vidro usando o estudo de massa, para isso deve-se:

1.  Iniciar um novo estudo de massa;

2.  Fazer um retângulo de 700x900cm;

3. Selecionar o retângulo e aplicar o comando Create Form para gerar a massa.

Figura 1

4. Clique na face superior e arraste a face para cima ou para baixo.

 

Figura 2

5. Com a face selecionada clicar no comando Add Profile, para incluir divisões ao longo da altura da caixa que foi criada;

Figura 3

Figura 4

6. Deforme o modelo como mostrado na figura 5;

Figura 5

 

7. Finalizar o estudo de  massa;

8. Na guia Home Curtain System, e clicar na face frontal;

9. Clicar em Create System;

Figura 6

10. Após clicar em Modify para finalizar;

11. Na guia Home escolha Mulion para fazer a inserção dos montantes; 

Figura 7


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