Textos categorizados 'Projetos Sustentáveis'

Novo Treinamento de AutoCAD Civil 3D Projeto Viário

O AutoCAD Civil 3D ajuda os engenheiros civis e profissionais da área a aperfeiçoar o desempenho dos projetos de construção. Com a análise geoespacial para identificar as melhores opções de projeto, análise do aproveitamento de águas pluviais para projetos sustentáveis, com cálculos dinâmicos de terraplanagem e inventário de quantidades. Aprimorando a utilização de materiais e visualizações 3D, assim possibilitando uma melhor aferição dos impactos do projeto sobre o meio-ambiente.

Objetivo do curso
Destina-se a profissionais da área de engenharia, projetistas, topógrafos e calculistas que trabalham com projetos viário e buscam um grande avanço no desenvolvimento do projeto e redução do tempo de trabalho. Este treinamento visa capacitar o profissional a desenvolver projetos de estradas de acordo com as normas técnicas definidas.

Veja o conteúdo programático.

 

Mídia & Entreterimento – Autodesk Show Reel 2010

Segue vídeo de alguns dos principais trabalhos das ferramentas Autodesk em  2010 no 1o. Quarter.

FARO e Autodesk colaboram para ampliar o suporte aos dados de nuvem de pontos para o AutoCAD 2011

AutoCAD Plant 3D e FARO Laser Scanner Photon são as configurações de software e hardware de escolha para a modelagem de usinas de processamento

 LAKE MARY, Flórida, e SAN RAFAEL, Califórnia – 6 de julho de 2010 –A Autodesk, Inc. (NASDAQ: ADSK), líder mundial em software de projeto 3D, engenharia e entretenimento, e a FARO (NASDAQ: FARO), o principal fornecedor mundial de soluções portáteis de geração de imagens e medições, anunciaram a colaboração mútua para acrescentar a integração direta de dados de nuvens de pontos ao software AutoCAD 2011. FARO e Autodesk também fecharam um acordo para que a FARO promovesse o software AutoCAD Plant 3D como o aplicativo de escolha para a modelagem 3D do setor de usinas de processamento. Além disso, a Autodesk anunciou que o FARO Laser Scanner Photon é o hardware de escolha de captura de dados de nuvens de pontos para as usinas de processamento que usam o AutoCAD Plant 3D. Por meio de iniciativas conjuntas de engenharia e desenvolvimento, o AutoCAD 2011 permite a importação direta de dados digitalizados binários do FARO Scene, o software de processamento de digitalizações da FARO para o FARO Laser Scanner.

 A introdução de uma plataforma de nuvens de pontos dedicada, que se integra perfeitamente ao AutoCAD, capacitará os clientes a realizar muito mais. O AutoCAD 2011 suporta até 2 bilhões de pontos, que podem ser usados com ferramentas avançadas de modelagem 3D para viabilizar o uso de alto desempenho de dados digitalizados.

“Já que o uso de scanners a laser se tornou mais popular entre nossos clientes, eles solicitaram o suporte e a importação direta de grandes nuvens de pontos para o AutoCAD,” disse Gonzalo Martinez, diretor de pesquisa estratégica da Autodesk.

“No último ano, trabalhamos junto à FARO, que nos ajudou com o projeto do recurso e proporcionou o feedback essencial para a integração direta dos dados de nuvens de pontos. Estamos entusiasmados por levar essa função aos nossos clientes.”

 A Autodesk e a FARO oferecem tecnologia e soluções avançadas que capacitam os clientes e ajudam a encurtar os processos de trabalho. Para os usuários da Autodesk, a capacidade de importar dados digitalizados binários diretamente para o AutoCAD 2011 viabiliza uma modelagem 3D mais eficiente. Para os usuários do FARO Laser Scanner, os dados coletados agora vão diretamente para o AutoCAD 2011, eliminando a necessidade de um formato de arquivo neutro que consome espaço. Para os clientes dos setores de energia e processamento, a adição do suporte a nuvens de pontos no AutoCAD 2011 acelera consideravelmente o processo de conversão de informações de “como construído” em modelos 3D. Desenvolvido sobre o software AutoCAD, o AutoCAD Plant 3D traz os benefícios comprovados do projeto com modelos para os projetos de instalações fabris gerais e foi criado especificamente para o projeto, modelagem e documentação de usinas de processamento.“A Autodesk e a FARO compartilham a visão de tornar a tecnologia mais acessível, portanto estamos orgulhosos de nossa cooperação bem-sucedida no desenvolvimento de uma função que realmente apoia nossos clientes em comum durante as atividades rotineiras do projeto e que ajuda a poupar tempo de forma extraordinária,” disse Jay Freeland, diretor-presidente e presidente da FARO Technologies. “Também estamos satisfeitos em ampliar nosso relacionamento com a Autodesk ao definir o AutoCAD Plant 3D como nosso aplicativo de modelagem recomendado para o setor de usinas de processamento. Estamos confiantes de que nossos clientes se beneficiarão da facilidade de uso e da disponibilidade mundial do software.”

 Sobre a FARO – A FARO desenvolve e comercializa dispositivos e softwares de geração de imagens e medição coordenada auxiliadas pelo computador. Os equipamentos portáteis da FARO viabilizam a geração de imagens e medições 3D de alta precisão e a comparação de peças e estruturas compostas dentro dos processos de produção e garantia de qualidade. Os dispositivos são utilizados para inspecionar componentes e montagens, planejamento de produção, documentação 3D e também a investigação e reconstrução de locais de acidentes ou cenas de crimes. Eles também são usados para gerar varreduras digitais de locais históricos.

No mundo, cerca de 10.000 operam mais de 20.000 instalações de sistemas da FARO. A sede mundial da empresa fica em Lake Mary, Flórida; o escritório central europeu em Stuttgart, Alemanha, e o escritório central da região Ásia-Pacífico em Cingapura. A FARO tem filiais no Canadá, México, Alemanha, Reino Unido, França, Espanha, Itália, Polônia, Holanda, Índia, China, Cingapura, Malásia, Vietnam, Tailândia e Japão. Para saber mais sobre a FARO, visite o site www.faro.com.

 fonte: Autodesk

Construção ecológica é viável e lucrativa

O engenheiro civil Luiz Fernando Lucho do Valle é um inovador, particularmente ao ligar o meio ambiente, a construção civil e o mercado imobiliário. E ao provar que esta combinação é viável em termos econômicos, lucrativa e geradora de diferenciais de venda. Com 29 anos de experiência profissional na construção civil nas áreas de incorporação, comercial, gestão e marketing, Valle é um dos pioneiros ao inserir o conceito de sustentabilidade na engenharia civil residencial e estabelecer um novo paradigma no mercado com sua empresa, a Ecoesfera.

 A Ecoesfera Empreendimentos Sustentáveis nasceu em 2004 e foi responsável pelo desenvolvimento do conceito de habitação Ecolife, com 16 diferenciais ecológicos que vão desde o processo construtivo à vida útil do empreendimento. Atualmente, dois projetos lançados pela companhia estão pré-certificados com o selo “Green Building”, que se baseia na sustentabilidade e qualidade de vida.
Pelos cálculos do empreendedor, cerca de 40% de seus clientes procuram residências que tenham o apelo do ambientalmente correto. A Ecoesfera já lançou, em apenas cinco anos de vida, 22 empreendimentos, totalizando 2.600 unidades de apartamentos nas cidades de São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro e Porto Alegre.
Valle faz questão de afirmar que sua empresa nasceu com o DNA da ecologia. Por isso, os empreendimentos da Ecoesfera possuem características sustentáveis para proporcionar conforto, lazer e economia, além de priorizar o consumo inteligente de recursos naturais como água, energia e gás, desde a concepção até a construção de seus imóveis.

 A Ecoesfera tem um portfólio de produtos que atende todas as faixas de renda do seu segmento alvo, a classe média, como os selos EcoOne , EcoWay e Ecolife. Em todos eles são encontrados os itens de ecoeficiência adotados pelo grupo para proporcionar melhor uso dos recursos naturais durante a vida útil do residencial.

 Entre eles estão: coleta de lixo seletiva, coleta de óleo de cozinha, sensores de presença na utilização da luz artificial, captação de água pluvial para irrigação das áreas verdes, captação e tratamento de água proveniente de pias e chuveiros para reutilização somente nos vasos sanitários, aquecimento de chuveiros a gás, medidores de consumo individuais de gás e de água, placas de captação de energia solar para iluminação das áreas comuns e pré-aquecimento da água. Dessa maneira, os moradores podem ter uma taxa de condomínio cerca de 30% menor que os valores pagos em edifícios convencionais.

 Além da preservação e da consequente economia, a Ecoesfera segue uma tendência mundial de valorização dos prédios verdes. Na Europa, por exemplo, a preocupação com o tema valoriza um imóvel considerado sustentável em torno de 20% no ato da revenda.

 “Acredito que até 2015 esse fenômeno ocorrerá também no Brasil, já que muitos de nossos clientes manifestam como motivo principal da compra do apartamento os benefícios que os itens ecoeficientes agregaram economia e contribuem com o meio ambiente. Isso significa que as pessoas já estão considerando estes diferenciais como razão para a valorização do imóvel”, afirmou Valle.

 Gazeta Mercantil – Em que momento profissional e pessoal a questão ambiental se fez presente?
Desde criança, a questão ambiental sempre esteve presente na minha família. Por necessidades financeiras, o meu pai sempre nos ensinou a apagar a luz após sair de um ambiente, não demorar no banho, coisas que pareciam insignificantes e que mais tarde seriam tão importantes na minha vida pessoal e profissional.

 Gazeta Mercantil – Houve algum processo ou ação que lhe deu um “insight” sobre a necessidade de levar o discurso ambiental para a prática?
Não houve um fato isolado que promovesse essa mudança, mas uma sucessão de fatos. Eu estava prestes a completar 50 anos e, graças a Deus, estava com uma carreira consolidada, constituí uma bela família, mas ainda faltava algo que contribuísse para o bem comum. Lembrei-me do meu pai quando estava prestes a morrer e nós tivemos uma conversa de pai para filho que me marcou muito. Ele disse para eu nunca me esquecer de que todos têm uma missão, que não podemos passar pela vida sem contribuir para uma causa maior. Passei a reavaliar minha vida até aquele momento como empresário, como pai, como marido. No dia 31 de dezembro de 2003, eu estava sentado numa pedra à beira-mar na praia de Guarapari, no Espírito Santo, pensando como poderia contribuir para um mundo melhor. “Será que dá para mudar o mundo?” Voltei à minha rotina decidido a mudar. Saí da empresa em que na ocasião ocupava um cargo de diretoria para dar início a um novo projeto de vida. Tranquei-me em casa durante 90 dias e me abasteci de todo material que podia sobre sustentabilidade. Busquei referências fora do País e usei a técnica da visualização criativa, aquela em que você mentaliza seus desejos para que eles se concretizem no futuro. Estabeleci que usaria meu conhecimento para ajudar a construir um mundo melhor. Nesse processo elaborei um plano de negócios com um foco na construção habitacional ecológica. No segundo semestre de 2004, vendi o apartamento que morava e coloquei os dois carros da família como garantia para constituir a Ecoesfera Empreendimentos Sustentáveis.

 Gazeta Mercantil – A construção civil é apontada como geradora de interferências microclimáticas em áreas urbanas. Você acredita que a consciência do bem-estar ambiental já chegou aos empresários do setor ou é algo raro no meio?
Não é raridade. Porém, há poucos empresários no setor da construção civil que colocam na prática a questão ambiental. Sou um otimista e acredito que esse movimento irá crescer, até porque o consumidor hoje está mais atento e mais exigente quando o assunto é o futuro da família. Principalmente as mulheres, que se preocupam bastante com o mundo que irão deixar para os filhos. O brasileiro também está mais sensível às questões ambientais. Uma pesquisa realizada pelo IBGE em julho de 2007 demonstrou que 53% dos consumidores deixariam de comprar sua marca preferida se soubessem que o fabricante faz algo prejudicial à sociedade ou ao meio ambiente. Tal mudança cultural reflete automaticamente na economia de um país. Isso implica não só na escolha da casa, mas em tudo que consumimos, o que é ótimo do ponto de vista ambiental, pois estimulará empresas a reverem seus conceitos e criarem produtos que não agridam o meio ambiente.

 Gazeta Mercantil – O caso do telhado ecológico é singular. Há algo parecido nos países emergentes da Ásia, por causa da falta de espaço agricultável. Como surgiu essa idéia para São Paulo?
Como comentei, fiquei mergulhado em pesquisas e referências de outros países, e me deparei com um bairro residencial no sul de Londres, o BedZED, ou Beddington Zero Energy Development (Empreendimento de Energia Zero), que é o modelo líder em sustentabilidade urbana e minha grande inspiração – e que tinha esses telhados. Procurei empresas no Brasil que produzissem esse tipo de telhado e por sorte encontrei outro empresário do Sul engajado como eu. Implantar esse tipo de telhado em São Paulo faz todo sentindo, pois contribui com a qualidade do ar e aumenta o verde nas grandes metrópoles. As plantas do telhado ecológico removem as partículas do ar, produzem oxigênio e oferecem sombra. Elas usam energia calorífica durante a evapotranspiração, um processo natural que resfria o ar à medida que a água evapora das folhas da planta. A evapotranspiração e a sombra produzidas pelas plantas ajudam a eliminar o efeito da ilha de calor urbana criado pelo excesso de prédios e asfalto. Como as ilhas de calor urbanas elevam a temperatura de 6°C a 8°C em áreas urbanas e suburbanas, elas acabam aumentando a demanda por aparelhos de ar-condicionado e iniciam um ciclo de consumo de energia que contribui para o aquecimento global. Se utilizados em larga escala, os telhados ecológicos podem diminuir até 4°C, reduzindo os efeitos incômodos das ilhas de calor e contribuindo com a saúde de quem vive nas grandes cidades.

 Gazeta Mercantil – Como foi o primeiro impacto de seus clientes quanto a essa proposta? Pelo visto, há um conservadorismo ainda muito grande na hora de escolher a moradia.
O impacto foi positivo. Após alguns lançamentos, realizamos uma pesquisa interna para saber qual o motivo que levou um determinado cliente a optar por nosso projeto, pois na escolha de um apartamento é unânime quais são os fatores de decisão de compra: localização, produto e preço. O que me surpreendeu é que entre esses três fatores implantamos mais um, que é a sustentabilidade, já que 44% dos nosso compradores escolheram nosso projeto pelo fato de agregar itens que geram economia de até 30% na taxa de condomínio e contribuem com o meio ambiente.

 Gazeta Mercantil – A empresa tem uma parceria com a U.S. Green Building, uma organização sem fins lucrativos, reconhecida mundialmente, responsável pela certificação de edificações ambientalmente sustentáveis. Como isto se deu e como tem caminhado essa aproximação?
Essa parceria surgiu por meio do engenheiro Newton Figueiredo, da Sustentax, empresa pioneira na América do Sul na certificação de “Green Buildings” pelo critério LEED – Leadership in Energy and Environmental Design, emitido pela ONG Green Building Council. Ela já concedeu as pré-certificações dos projetos Ecolife Independência (SP) e Ecolife Freguesia (RJ). Essas certificações avaliam, entre outros critérios, o uso racional da água e economia da energia. Implantamos itens ecoeficientes que geram tanto a economia dos recursos naturais como proporcionam a diminuição de até 30% da taxa do condomínio.

 Gazeta Mercantil – Como é encarada pelo setor da construção civil uma empresa como a Ecoesfera ? Vocês enfrentaram críticas da concorrência?
O setor da construção civil é muito competitivo e resistente à inovação. Iniciativas como da Ecoesfera são positivas para movimentar o mercado, mas em nosso setor, como em outros, as novas práticas passam a ser copiadas. Eu acho ótimo ser copiado, isso reforça que estou no caminho certo, que há coerência no meu discurso e que outros empresários também desejam mudar o mundo. Na Ecoesfera, sustentabilidade não é assessório, faz parte do nosso dia-a-dia; não envolve apenas os projetos, mas a vida de todos os nossos colaboradores.

 Gazeta Mercantil – A grande questão é: quais são as diferenças entre a edificação convencional e o processo adotado pela Ecoesfera?
A Ecoesfera é uma construtora que nasceu do processo que comentei anteriormente, fazer nossa parte para um mundo melhor dentro da nossa área de atuação. Construímos edifícios com consciência e responsabilidade, do início ao fim do empreendimento. Por exemplo, compramos terrenos em regiões que atraem compradores e têm alta valorização. Selecionamos terrenos em que não precisamos interferir muito, que dispensam terraplanagem demais, alteração da topografia, mudança das árvores e vegetação originais. Isso economiza custos e economiza o meio ambiente. Também recuperamos terrenos ambientalmente degradados. Buscamos sempre a gestão mais sustentável dos nossos projetos, equilibrando o valor econômico com o valor social e o valor ambiental. Oferecemos programas de gestão do condomínio no dia-a-dia, para criar uma cultura coletiva de uso consciente e de sustentabilidade por meio de programas educativos para práticas sustentáveis na vida das famílias. Acompanhamos e nos corresponsabilizamos pelo funcionamento do edifício.

 Gazeta Mercantil – O custo de um prédio com conceitos de sustentabilidade é maior que um convencional? Qual o percentual e como isto é repassado ao consumidor final?
A construção de um empreendimento sustentável em geral é até 15% mais cara que a convencional. Nos projetos da Ecoesfera consegui reduzir esse custo para 3% por meio do conceito de padronização e economia de escala criado pelo Henry Ford, fundador da Ford Motor Company, outra grande inspiração. Isso reforça a questão de rever processos: o meu benchmarking não é o setor da construção, e sim o automobilístico. Construindo no mesmo padrão, é possível comprar materiais do mesmo modelo em grandes quantidades – e ganhar no preço.

Fonte: Gazeta Mercantil – Júlio Ottoboni – Janeiro 2009

Navisworks – Compatibilização de Projetos

Sem muitos comentários ou divulgação a Autodesk já a algum tempo disponibiliza o produto Navisworks que permite aos projetista e profissionais integrarem em uma única base diversos formatos de  arquivos para analise, verificação de interferências, controle das fases de construção do projeto, gerenciamentos da etapas já construídas e das etapas a construir e controle de cronogramas pois permite trabalhar conectado ao Microsoft Project. Um dos grandes recursos é a forma leve com que os objetos 3D são apresentados e manipulados na área de trabalho.

Atualmente trabalho com o NavisWorks no projeto da fábrica do CEITEC em Porto Alegre, onde tenho a necessidade de trabalho com todo o projeto em 3D e controlar interferência entre tubulações, estruturas de concreto e metálica.

Ao tentar montar todo o projeto 3D no AutoCAD ou 3D Studio para gerar uma apresentação e controle global, foi impossível em virtude do grande número de informações e volume de projetos, ao passar os projetos para controlar no Navisworks, tive uma grande surpresa ao conseguir manipular todo o projeto e ainda animar fases de construções.

Para mais informações sobre o produto acesse o site da Autodesk.

http://usa.autodesk.com/adsk/servlet/pc/index?id=10571060&siteID=123112

Para informações sobre treinamentos ou suporte entre em contato com a IdeiaCADS.

www.ideiacads.com.br

info@ideaicads.com.br

51.3333-1353

Palestra Projetos Sustentáveis para AEC em Caxias do Sul

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Vamos realizar no próximo mês em conjunto com a Faculdade America Latina uma palestra orientada para Projetos Sustentáveis com foco para as áreas de Arquitetura, Engenharia e Construção.  O objetivo é mostrar algumas da principais ferramentas disponiveis ao mercado e a integração que podemos ter entre as diferentes disciplinas.

Projetos Sustentáveis para Arquitetura, Engenharia e Construção

Data: 14/10/2009

Hora: 18h30-20h00

Local: Faculdade America Latina – Rua Marechal Floriano,889 Centro – Caxias do Sul

Inscrições e informações: 54-3028 . 9797.

Assistente de Materiais Sustentáveis para Autodesk Inventor

Assistente de Materiais Sustentáveis

No Autodesk Labs está disponível para download este plug-in bem interessante para o Autodesk Inventor.

Pense verde, considerando a sustentabilidade antecedendo o seu processo de manufatura. O Assistente de Materiais  Sustentáveis para Autodesk ® Inventor ajuda os fabricantes a fazer escolhas de material com uma análise mais profunda, para reduzir seu impacto ambiental, e cumprir os requisitos de desempenho. Com o Assistente de materiais sustentáveis, os fabricantes podem determinar se seu projeto contém substâncias tóxicas ou de materiais recicláveis, estimar a seu footprint de carbono, e muito mais.

O Assistente de Materiais  Sustentáveis para Autodesk ® Inventor fornece:

- Expansão da biblioteca de materiais do Autodesk Inventor, com campos para adicionar propriedades sustentabilidade dos materiais comumente utilizados;
- Relatórios de Sustentabilidade para analisar e documentar o impacto ambiental dos materiais selecionados; 
- Capacidades para calcular o footprint de carbono de seu projeto inteiro.

Seguem alguns vídeos do funcionamento do assistente de materiais:

- Video 1 e Video 2.


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