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O arquiteto Paulo Roberto Nascimento da Silva, de Porto Alegre, capacitou-se em Revit Architecture na IdeiaCADS e agora ingressa no mercado de trabalho na Nova Zelândia. Abaixo seguem os relatos desse desafio e algumas imagens que ele realizou no Revit em seus trabalhos lá fora

Como a IdeiaCADS contribuiu para o teu crescimento profissional?
Eu acredito que a grande diferença entre centros de treinamento estará sempre residindo nas relações interpessoais. Além disso, de um staff competente e de um positivo ambiente de aprendizado, o ATC Mont Serrat reúne informações contemporâneas e sempre atualizadas sobre o desenvolvimento de ferramentas CAD.  No caso estou referindo este plug permanente com a Autodesk. Isso é vital para quem constrói um carreira apoiada em expressão gráfica de alto nível. Eu acredito que isso contribuiu definitivamente para um grande crescimento em minha carrreira profissional.

Quais ferramentas você aprendeu na IdeiaCADS? Como estas ferramentas contribuíram para o teu sucesso?
Meu foco foi aprender sobre os fundamentos do REVIT.  E sem dúvida foi uma grata surpresa. Eu que sempre trabalhei com o Arqui 3D, pude perceber logo a diferença não só em termos de produtividade (visto que isso impressiona muito), mas principalmente como ferramenta realmente de apoio a soluções de desenho na fase de projeto. No Revit você realmente esta construindo; realmente esta antecipando a articulação entre os diferentes elementos construtivos.
Este aspecto definitivamente facilita a construção de alternativas para a escolha do melhor resultado estético – no caso faço referência às proporções geométricas do objeto de projeto.
O Revit viabiliza a carreira do desenhista de arquitetura, e proporciona ao Arquiteto uma potente ferramenta de apresentação de idéias.

Relate um pouco a sua experiência aí na Nova Zelândia: Como foi o teu ingresso no mercado de trabalho?  O teu conhecimento em computação gráfica colaborou para o teu ingresso neste mercado?
Todo o início é bastante complicado. Eu ainda busco uma posição estável, que esta relacionada a uma série de fatores: conhecimento da língua nativa, dos códigos de construção local e das relações com o mercado de trabalho, fundamentalmente. Mas considerando uma série de fatores eu diria: somebody up there look after us.

Não existe outra maneira de descrever minha experiência na Nova Zelândia, mas em todo o caso em anexo eu remeto algumas publicações na busca por profissionais no mercado do país, a título somente de curiosidade e informação real.
É curioso que na maioria dos casos o usual nos escritórios é trabalhar com o ArqCad, um aplicativo não paramétrico e muito convencional de CAD.
Mas existe procura por quem saiba trabalhar com o Revit – veja material que envio anexo – e acredito em um crescimento contínuo desta demanda, na medida da divulgação dos melhores resultados, comparativamente, obtidos com o Revit.

Pude notar isso nos primeiros desenhos que realizei para o estudo de um aumento residencial. Percebi que nossa cliente pode compreender muito rápido que tipo de idéia formal estávamos propondo para a reforma de sua casa.

Pela experiência que tenho, eu credito isso à qualidade da ferramenta, dada sua gama de opções de apresentação visual. A facilidade com que você constrói modelos paramétricos é outra coisa que afeta profundamente sua produtividade, fazendo crescer a compreensão de terceiros acerca de suas idéias. Veja que a produtividade nem sempre está associada à quantidade. Muitas vezes ela está associada ao nível de percepção de seu cliente. O que de fato é o que conta.

Você trabalha atualmente em que mercado? O que faz?
Fui convidado para executar um projeto de aumento residencial, e dois levantamentos cadastrais para edificações destruídas por incêndio. Cada um necessitando diferentes níveis de detalhamento gráfico.

Esta é uma experiência importante, pois na Nova Zelândia constrói-se muito com madeira, e isso obedece a um rigoroso sistema regulatório

– New Zealand Building Code. A ocorrência de terremotos e abalos sísmicos faz da prática construtiva algo de muita responsabilidade, e a ideia é retirar da cena do mercado de trabalho qualquer “aventureiro” ou curioso que possa colocar em risco a segurança da comunidade. Assim, somente pude começar minha caminhada inicial pois estou tendo o acompanhamento de um arquiteto local,com quem posso contar para dirimir todas as dúvidas, e com quem aprendo diariamente sobre construção local, mercado de trabalho profissional e ética.

Pude assim realizar o projeto da reforma, que agora avança para os detalhes que deverem ser enviados a Prefeitura local para análise e aprovação.

De fato meu diferencial é o domínio que venho gradualmente alcançando no Revit. Minha resposta como profissional é de melhor qualidade dada a facilidade de apresentar várias faces da idéia em desenvolvimento. De fato eu nunca experienciei tamanha facilidade quando usava aplicativos não paramétricos.

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